E então, no universo golfinhesco, ninguém briga pela fêmea.
Os machos, pacientemente, esperam a sua vez de copular e todos ficam satisfeitos.
O amor impera!
E quando o filhote nasce só sabe quem é a
mãe, e assim, na incerteza da paternidade, todos os machos defendem a
cria como se sua fosse...
Até que um dia desses apareceu na baía um
golfinho forasteiro, vindo de águas distantes e de espécie diferente, e
se apaixonou pelas nadadeiras de uma linda golfinha.
Nasceu um filhote híbrido... e foi o único na enseada que sabia exatamente quem era seu pai.
(História real - Fernando de Noronha - 2012)
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